
Reforma Tributária: o que a sua empresa precisa acompanhar
Entenda as principais mudanças da Reforma Tributária 2026, incluindo CBS, IBS, Imposto Seletivo e split payment. Veja como o novo modelo impacta empresas, o Simples Nacional e o fluxo de caixa. Prepare seu negócio para o período de transição e evite riscos fiscais.
REFORMA TRIBUTÁRIAGERAL
4/24/20262 min read
A Reforma Tributária brasileira segue avançando e já deixou claro que não se trata apenas de uma mudança de impostos, mas de uma reorganização completa do sistema de tributação sobre o consumo. Para empresas de todos os portes, acompanhar as atualizações é essencial para evitar riscos e se preparar com antecedência.
O principal ponto da Reforma é a substituição de cinco tributos atuais — PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS — por dois novos impostos: a CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços), de competência federal, e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços), de competência estadual e municipal. Ambos seguem o modelo do IVA (Imposto sobre Valor Agregado), com não cumulatividade plena, ou seja, o imposto pago em etapas anteriores gera crédito para a etapa seguinte.
Outro destaque importante é a criação do Imposto Seletivo, que incidirá sobre produtos considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente, como bebidas alcoólicas, cigarros e outros itens específicos. Esse imposto terá caráter regulatório e funcionará de forma paralela à CBS e ao IBS.
A Reforma também traz mudanças operacionais relevantes, como o split payment, mecanismo que prevê o recolhimento automático do imposto no momento do pagamento da operação. Isso aumenta o controle do Fisco, reduz a inadimplência tributária e impacta diretamente o fluxo de caixa das empresas, exigindo mais organização financeira e integração entre áreas.
O período de transição já está definido e ocorrerá de forma gradual entre 2026 e 2032. Nesse intervalo, os tributos atuais e os novos irão coexistir, com alíquotas progressivas, o que torna a gestão tributária mais complexa. Empresas precisarão conviver com dois sistemas ao mesmo tempo, reforçando a importância de controles bem estruturados e sistemas atualizados.
Em relação ao Simples Nacional, o regime foi mantido, mas o prestador de serviços deve ficar atento aos impactos indiretos. Um dos pontos mais discutidos é a limitação na geração de créditos de IBS e CBS para clientes, o que pode influenciar negociações, contratos e precificação, principalmente no mercado B2B.
Outro avanço da Reforma é a maior padronização das regras, reduzindo disputas fiscais entre estados e municípios e trazendo mais segurança jurídica no longo prazo. Em contrapartida, as exigências de conformidade, escrituração e fiscalização serão mais rigorosas.
Diante desse cenário, a recomendação é clara: acompanhar as atualizações legais, capacitar equipes e contar com uma consultoria contábil especializada. A Reforma Tributária ainda está em fase de regulamentação, e quem se antecipa consegue reduzir riscos, ajustar estratégias e transformar mudanças em oportunidades para o negócio.
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